Evento

Agência Focaia
Redação
Pedro A. Rezende



Entre os dias 20 e 25 de junho, a cidade de Goiás Velho será sede da 19° edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA). O filme de abertura do festival “Caminhos do Mar”, dirigido por Bebeto Abrantes e Juliana Albuquerque faz sua primeira exibição na cidade goiana. A produção fala sobre o Paraíba do sul, um rio desconhecido e estratégico para o Brasil.
Nos dias 21 a 24 de junho, oficinas e minicursos com temáticas sobre o meio ambiente, cinema e problemáticas sócio cultural serão ofertadas gratuitamente. As inscrições encerrou no último dia 12/06 no site oficial do evento.
Segundo o regulamento oficial do festival, o FICA 2017 tem por finalidade divulgar, exibir e premiar obras audiovisuais de curta (até 29 minutos), média (de 30 a 69 minutos) e longa-metragem (filmes a partir de 70 minutos), nos gêneros ficção, animação ou documental, com temática ambiental, produzidas em qualquer parte do mundo. Além do mais, promover ações de difusão, produção, formação e capacitação na área audiovisual ambiental.
A Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia, estará no festival com aproximadamente 30 pessoas. Os acadêmicos com prioridade das disciplinas Produção e Edição e Rádio e Redação Jornalística II do curso de Jornalismo tem a missão de cobrir o evento com pautas gerais já pré-definidadas. Os trabalhos feitos pelos estudantes serão divulgados principalmente no site do Boto Blog.

Para o coordenador e professor do curso de Jornalismo Edson Spenthof, a ida para os alunos de jornalismo ao FICA tem importância adicional, porque o festival é um evento internacional, cultural e cinema, além de muitos shows e oficinas de diversas naturezas. “É um festival onde os acadêmicos podem ter uma relação mais próxima com jornalistas do mundo inteiro, ver como esses profissionais trabalham com novas modalidades, modos de fazer, tecnologias e demais coisas que eles usam”, finaliza o docente.

Evento acadêmico

Agência Focaia
Assessoria

O curso Jornalismo, da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário do Araguaia, participou na última semana do 40º Intercom - Centro Oeste, evento promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, em Cuiabá (MT). 

     Fotos: Rodrigo Teodoro
Alunos da UFMT Araguaia comemoram vitória do documentário Raízes de Fé em premiação do Expocom.

No evento, dois trabalhos, produzidos e apresentados por acadêmicos e docentes do curso foram premiados na modalidade de Exposição de Pesquisa Experimental (Expocom). Os trabalhos irão representar a região Centro-Oeste no Intercom Nacional, que será realizado na cidade de Curitiba, em setembro desse ano.
  
Os trabalhos vencedores no Expocom foram: na categoria Documentário de Não Ficção, o filme “Raízes de Fé” e na categoria Revista Customizada, a “Revista Entre Linhas: uma proposta de leitura para leitores”.
  
O filme “Raízes da Fé, produzido pelos acadêmicos Adailson Pereira, Cléa Torres, Matheus Pacheco, Rafael Vasconcelos e Vanessa Lima, sob orientação do professor Gilson Costa, trata da importância das ervas medicinais para a cultura tradicional. Vanessa Lima, integrante do grupo, se disse impressionada com a receptividade ao tema proposto e empolgada com a vitória no Expocom. “Todos que viram o filme me procuraram emocionados, se identificaram com os personagens. Foi um trabalho muito bonito e sermos reconhecidos por ele é muito gratificante”, diz a estudante.


Já “Revista Entre Linhas: uma proposta de leitura para leitores” foi o trabalho de conclusão de curso, das recém-formadas Ana Custódio (ao lado) e Andreza Oliveira, orientado pelo professor Gesner Duarte.  Ana Custódio, que representou a dupla em Cuiabá, se diz feliz pelo reconhecimento e acredita que a vitória na competição valoriza o esforço de meses, e faz com que o produto não fique apenas dentro do Campus Araguaia. “Agora vamos para a disputa nacional. É uma responsabilidade muito grande representar nossa universidade fora daqui. Estou muito empolgada por poder fazer parte disso”, comemora a acadêmica.
Outros quatro trabalhos do Curso de Jornalismo do Campus Araguaia também concorreram ao prêmio Expocom. Quarenta estudantes e quatro professores do curso participaram do evento que aconteceu de 12 a 14 de junho.

UFMT/CUA apresenta pesquisas no Intercom

Além da apresentação de produtos jornalísticos no Expocom, o curso de Jornalismo do Campus Araguaia, apresentou trabalhos científicos nas modalidades Intercom Junior e na Divisão Temática Multimídia.

Na modalidade Intercom Junior, quatro artigos científicos de alunos do campus foram expostos durante o congresso. Entre eles, o do acadêmico Matheus Pacheco, que trata das Narrativas do Jornal O Globo sobre as Farc na Colômbia. Para o estudante este tipo de pesquisa é relevante para dar visibilidade, no Brasil, aos conflitos sociais existentes em países próximos. “Acredito que sabemos pouco sobre o que acontece na América Latina. O nosso país precisa enxergar sua relevância na região e estar atento às constantes crises que ocorrem nela”, diz o acadêmico. Este trabalho teve como orientador Antonio Silva, professor da universidade.

Outro artigo apresentado, também com a orientação de Silva, manteve o foco na região sul-americana. Escrito pelos estudantes Talita Furtado e Rafael Vasconcelos, o texto trata das Narrativas Políticas do Jornal Folha de São Paulo sobre as eleições legislativas na Venezuela, ocorridas em 2015. Talita acredita que é necessário olhar com cuidado para os nossos vizinhos. “É importante entender a política social e ideológica da região. Analisar sua exposição nos meios de comunicação do Brasil nos faz refletir sobre o papel que temos para América Latina”.

Ambos os trabalhos foram avaliados pela aluna especial de mestrado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Aline de Oliveira (foto ao lado), que ressaltou a importância da pesquisa científica. Para ela, cabe ao orientador estimular o acadêmico a ter senso crítico. Ela acredita que desta forma o teor do que é estudado se torna mais rico. A avaliadora ainda disse que trabalhos como estes, produzidos na UFMT Araguaia, possuem grandes chances de terem visibilidade nacional, uma vez que pouco se estuda a América Latina no país. “A partir de agora basta empenho dos acadêmicos em levá-los a outros congressos ou publicá-los em revistas”, conclui.  

Ainda no Intercom Junior expuseram trabalhos as alunas da UFMT/CUA, Joice Luana e Viviane Sales. A primeira com o artigo "Marcha das margaridas: história e resistência” e a segunda com texto sobre "O jornalismo científico na cultura digital: A revista Galileu nas redes".

Na divisão temática “Comunicação Multimídia”, Gesner Duarte, professor do Campus Araguaia, apresentou análise que trata da “A Internet Como ‘Lugar de Memória’: A Sobrevivência da Imagem do Herói Político no Ciberespaço”.

Evento acadêmico

Agência Focaia
Redação 
Giulia Sacchetti


                                          Fotos: Adailson Pereira
Mesa composta pelos professores, Reginaldo Araújo, Magno Silvestri e o cacique Damião durante o evento

O Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia, promoveu nesta segunda-feira (5), a 3ª Edição do “ICHS InterAtivo”, com debate do tema: “Povos originários: Interculturalidade e Justiça Social”. O palestrante convidado foi o Cacique representante da tribo Xavante, Damião Paridzané e teve participação do professor do Departamento de Saúde Coletiva da UFMT Cuiabá, Reginaldo Silva de Araújo. A mediação ficou a cargo do professor do curso de Geografia, da UFMT/CUA, Magno Silvestri.

O tema central da conferência de abertura foi a reflexão sobre a integração dos povos originários com a sociedade. Ao iniciar, o professor Reginaldo, trouxe alguns dados históricos e relevantes sobre a atual situação desses povos (originários).

O indígena,  cacique Damião, contou um pouco sobre sua luta que continua até hoje para que os costumes se mantenham, assim como as terras indígenas. Para finalizar, ele faz um apelo: “Só peço respeito de todos vocês, alunos dessa universidade, com nosso povo e com a mãe-terra”.

Após a conferência, houve debate e alguns depoimentos vindos da plateia. Um deles foi o da professora do curso de Letras UFMT/CUA, Águeda Borges. A docente expôs sua visão sobre a importância de abrir o ambiente universitário para recepcionar esses povos, que além de serem bilíngues, estão sempre prontos para aprender coisas novas mediante às demais culturas.

Diretora do ICHS, professora e organizadora do evento, Lennie Bertoque (foto ao lado), conta estar satisfeita com os resultados obtidos e explica que o termo “povos originários” é uma maneira como os indígenas se vêem diante da sociedade, pois “indígenas” e “índios” foram nomes inventados por nós, porém, essa nomenclatura ainda não está adepta a todos os povos. A diretora ainda destaca que por Barra do Garças ser uma cidade de muitas culturas, principalmente dos povos Xavante, ainda há pouca informação e inclusão destes na sociedade, e principalmente dentro do campus.

O evento encerrou na última terça-feira (6), com uma roda de conversa e compartilhamento de comidas típicas dos povos originários. Houve debate sobre temas diversos relacionados a cultura e ainda, apresentações de dança e canto.

Congresso de comunicação


Focaia
Reportagem
Suzana Ataíde

Geovanna Moraes



No ano em que a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM) completa quatro décadas, os congressos em todas as regiões do país promovem amplo debate sobre a comunicação midiática no Brasil e América Latina, incluindo como tema sua própria história. No centro-oeste não será diferente e este ano o Intercom na região, considerado o maior congresso regional de comunicação, acontecerá na Universidade Federal do Mato Grosso, no Campus de Cuiabá (UFMT), entre os dias 12 e 14 de junho.

Na programação, entre os temas a serem discutidos durante o evento estão: Economia Criativa - empreendedorismo, inovação e empregabilidade na comunicação; A mulher na comunicação: o desafio das profissionais no mercado de trabalho; Intercom 40 anos e a institucionalização da pesquisa em Comunicação no Centro-Oeste.

Durante os três dias de congresso haverá apresentações de trabalhos e pesquisas, concorrendo a premiações em diferentes níveis, Intercom Júnior para estudantes de graduação e recém-graduados, além do Expocom, com Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação, o qual realiza premiação aos melhores trabalhos produzidos nas atividades acadêmicas.

Campus Araguaia

O estudantes da UFMT, Campos Universitário Araguaia (CUA), levará alguns trabalhos para o evento. Entre eles está a “Revista Entrelinhas: uma proposta de leitura para leitores”, da estudante Ana Carolina Custódio e Andreza Dias, recém-graduadas no curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo. “Optamos em fazer um produto para o TCC, e a revista foi a opção que mais se adequava ao que queríamos, tínhamos facilidade com a parte de projeto gráfico e diagramação, foi trabalhoso mas compensou”, diz Custódio. 

Ela ainda ressalta ter experiência no evento, mas nunca apresentou trabalhos. Desta vez será diferente e Custódio, representando a dupla, fará exposição da atividade realizada durante o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sendo o único na sua categoria que concorre ao Expocom. 

O estudante do curso de jornalismo Zadoque Nathan Souza concorre na categoria Designer Gráfico. O trabalho produzido pelo aluno foi o Jornal TEC-Ambiental, feito durante a disciplina de Planejamento Gráfico. Ele diz que é o primeiro projeto a ser apresentado no congresso e está muito confiante no produto que desenvolveu na disciplina. “Para mim será uma novidade expor algo que produzi em um grande congresso, e estou confiante no trabalho que desenvolvi”, diz o estudante.

ICHS/CUA realiza evento sobre interculturalidade dos povos originários

Evento acadêmico

Agência Focaia
Redação
Giulia Sacchetti


O Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) promove, hoje (5) e amanhã (6), o  ICHS Interativo, com o tema: “Povos Originários: Interculturalidade e Justiça Social", na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia.

O evento contará com diversas atividades, como, mesa-redonda, mostra de cinema, oficinas e compartilhamento de comidas típicas da cultura indígena. As inscrições são gratuitas e ocorrem na hora do evento, que inclui certificação.

A partir das 19h00, o encontro inicia com uma conferência de abertura, “As estratégias para fortalecer as lutas dos povos originários por justiça social”, com  o palestrante da tribo Xavante, Cacique Damião Paridzané e o Prof. Dr. Reginaldo Silva de Araújo, do Departamento de Saúde Coletiva da UFMT Campus Cuiabá. A mediação será do Prof. Gedeão Tewaté, da aldeia Namunkurá.

Amanhã haverá oficinas na parte da manhã com o Prof. Dr. Maxwell Miranda, do curso de Letras UFMT/CUA, na sala 223, da unidade II, em Barra do Garças. Durante a tarde, haverá Mostra de Cinema na sala 224 e oficina com o Prof. Dr. Patrik Thames Franco, na sala 223. 

Às 19h00, o evento contará com roda de conversa com caciques e estudantes indígenas da universidade, e, para finalizar, no espaço de vivência, os participantes podem trazer e compartilhar alguns pratos típicos da cultura dos povos originários.

Sustentabilidade

Agência Focaia
Redação
Adailson Pereira


     Fotos: Vasco Aguiar
Secretário Lúcio Violin, professor Daniel Guimarães e acadêmicos da UFMT/CUA em reunião sobre os ecopontos


A Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia, recebeu hoje (6), o ecoponto de coleta seletiva de lixo de Barra do Garças. A divulgação do ecoponto faz parte de um projeto desenvolvido pelo professor da instituição do curso de Matemática, Daniel Silveira Guimarães em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, visando à conscientização da população e a comunidade acadêmica.

Em reunião, na última quinta-feira (1), com o secretario municipal de meio ambiente, Lúcio Violin, Guimarães e acadêmicos da UFMT/CUA avaliaram as estratégias de divulgação dos pontos de coleta seletiva da cidade matogrossense. Como proposta do projeto serão confeccionados dois outdoors em pontos do município, com o mapa da localização dos ecopontos. O lançamento das atividades de coleta seletiva de lixo coincide a semana de defesa do meio ambiente.

O Secretário (foto ao lado), diz que sempre teve a vontade de instalar um ponto de coleta seletiva na UFMT/CUA, pelo motivo de os acadêmicos da instituição se preocuparem com os lixos produzidos na cidade. Em Barra do  Garças, segundo Violin, são recolhidas aproximadamente 70 toneladas de lixos por dia. Para melhor atender, a sociedade, além dos seis ecopontos existentes no município, estarão anexadas no mapa, demais pontos de coletas particulares, cada um com sua especificidade, englobando coletas de óleo, latas, baterias de celular, papelão, etc.

Para Guimarães, entre vários pontos observados, a construção do projeto levou em consideração “a necessidade de estudar artigos e entender que a grande dificuldade da implantação da coleta seletiva é de sensibilizar as pessoas em relação ao descarte correto dos resíduos”. O professor analisa que a universidade faz esse trabalho de sensibilização ambiental, contribuindo para futuras implantações de políticas sustentáveis.

Os lixos reciclados serão coletados e vendidos para a empresa Reciclar, com sede na cidade de Aragarças-GO. O dinheiro recebido por parte da coleta será doado às escolas municipais de Barra do Garças, como forma de incentivo em continuar participando desse projeto. Guimarães analisa que tais iniciativas irá trazer além de ganhos ambientais e na economia da universidade, resultado da diminuição de despesas com copos descartáveis, energia elétrica e limpeza do campus.  Ganhos também na saúde e no desempenho intelectual dos membros da UFMT. “As pessoas terão ganhos ideológicos culturais, sendo mais conscientes, coletivos e mais responsáveis”, destaca o professor.

O estudante de Engenharia Civil da UFMT/CUA, Marcos Aurélio Rodrigues Santana ressalta a importância do ecoponto dentro do campus. Para o acadêmico, esse projeto tem a missão de sensibilizar os alunos. Santana destaca que o mais importante é as pessoas começarem a usar o ecoponto para que seja aprimorado cada vez mais, para ser mais eficiente. “Iniciativas como essa, despertam não apenas o cuidado com os resíduos, mas também no ambiente escolar, como por exemplo, o não desperdício de água e energia na universidade”, analisa o futuro engenheiro. 

No Campus Universitário de Barra do Garças, o ecoponto foi instalado nas mediações  da lixeira da instituição, próximo ao bloco da pró-reitoria. Na reunião, ficou acertado também que a coleta ficará sob a responsabilidade da prefeitura, diminuindo gastos da universidade com as empresas que coletam certo resíduo.