Evento Cultural 

Agência Focaia
Redação 
Vasco Aguiar
Colaboradores:
Kelly Freitas e Heitor Roncalli

   Foto: Adailson Pereira 
                                  Coral UFMT Araguaia durante a primeira apresentação comemorativa


O coral UFMT Araguaia inicia neste mês de dezembro as comemorações dos seus 18 anos, que serão também celebrados ao longo do próximo ano. O grupo fará dois concertos, com o tema “We are the World” (Nós somos o mundo), que tem a intenção de valorizar as diferenças e a reflexão de que todos somos um. A primeira destas apresentações será no Cinema I da UFMT, em Barra do Garças (MT), na próxima terça-feira (12), às 12h30 e a segunda será na Câmara Municipal de Barra do Garças, na sexta-feira (15), às 19h30.

Maestro e fundador do coral, Marco Donisete Campos disse que o tema do concerto comemorativo surgiu a partir da conhecida música do cantor Michael Jackson, gravada em 1985 com objetivo de arrecadar fundos para atender crianças vivendo em estado de miséria no continente africano. “Esta canção é simbólica e marcou uma luta pela solidariedade. Estamos vivendo em um mundo de ideologias tão distintas e acabamos perdendo um pouco a ideia do coletivo”. Ele explica que o tema tem a intenção de pensar na união, e segundo o maestro, para o mundo evoluir é preciso sermos generosos com o próximo.

Além da canção “We are the World”, o repertório das apresentações será repleto de clássicos como “Canção da partida”, de Dorival Caymmi e “Que maravilha!”, de Toquinho e Jorge Benjor, além de outras. Como em dezembro é celebrado o Natal, o coral UFMT Araguaia também interpreta três peças natalinas.

Novos horizontes 

Donisete comenta sobre a expectativa pela comemoração dos dezoito anos do coral. "É um momento bem significativo, olhamos para trás e vemos todo o caminho percorrido, isso é gratificante.” Ele celebra este momento e ainda vislumbra novos passos para o grupo. “Temos muitos planos para o coral, como por exemplo, nos apresentarmos em locais onde não estivemos, existe um horizonte enorme que a gente pode percorrer”, conclui.

A estudante de Biomedicina na UFMT Araguaia, Larissa Bisinoto, membro do grupo desde o ano passado, explica que o coral tem sido um projeto de grande importância para sua formação acadêmica, além de ser um ambiente que propicia a troca de experiências. “Nos tornamos realmente uma família, é muito bom ver a interação entre os diversos cursos, amo a música e tudo de bom que ela me traz ”, declara.

Serviço

Apresentação Concerto “We are the Worl”

Dia 12 de dezembro
Local: Cinema I – UFMT Barra do Garças
Horário: 12h30

Dia 15 de dezembro
Local: Câmara Municipal de Barra do Garças
Entrada: 1 quilo de alimento não perecível
Horário: 19h30

Acadêmico

Agência Focaia
Redação
Barbara Argolo

                                                                                         Foto: divulgação
O curso de Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia (UFMT/CUA) realiza evento com o objetivo de debater sobre os projetos desenvolvidos pelos estudantes de graduação, como produções e pesquisa concluídos nos trabalhos de conclusão de curso (TCC). A I Mostra do Curso de Jornalismo tem início amanhã (12), com encerramento na quarta-feira (14). 

A atividade acadêmica será promovida em parceria com o Centro Acadêmico de Jornalismo (CAJA). Conforme os organizadores, a Mostra tem como objetivo reunir acadêmicos e profissionais da área de Comunicação, além de Ciências Humanas e Sociais.

Segundo um dos estudantes da organização do evento, Lucas de Freitas, os alunos e egressos do curso de Jornalismo da UFMT/CUA farão apresentações dos trabalhos premiados e eventos regionais e nacionais e receberão um certificado de reconhecimento pelo resultado alcançado.

No último dia da Mostra será realizada Mesa Redonda com debate sobre a temática política, de modo a evidenciar o momento atual, vivido pela república brasileira, depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff, denúncias de corrupção envolvendo parlamentares e a posse do vice-presidente, Michel Temer, que convive com alta impopularidade. 

Conforme o professor Jorge Arlan, um dos participantes da mesa “vivemos tempos preocupantes no cenário político brasileiro, em que uma plutocracia (elite corrupta que governa pelo poder do dinheiro) promove o entreguismo do país e destrói os pilares de uma perspectiva democrática. Impõe, sem nenhuma legitimidade, um projeto político que faz desaparecer o papel social do estado, privatizando-o inteiramente, desqualificando tudo aquilo que tem caráter público. É hora da sociedade entender isso, mobilizar-se e reagir” acrescentou.

Para a presidente do Centro Acadêmico de Jornalismo (CAJA), Julia Silva de Oliveira, o evento é importante para os alunos do curso tenham contato com Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) e possam conhecer as linhas de pesquisas dos professores orientadores, e acrescentou “que o debate também será importante para esclarecermos o momento político que o país vive uma vez que dispomos no curso de professores com amplos conhecimentos políticos”,

Inscrições

O valor da inscrição é R$ 10,00 para acadêmicos e R$ 20,00 para professores, com carga horária é de 20 horas para os estudantes, como forma de melhorar o seu currículo acadêmico e exigência para obtenção do título de graduação. As inscrições devem ser realizadas através de contatos telefônicos ou ainda no bloco de jornalismo, na unidade universitária de Barra do Garças (MT), no período noturno (19h às 22h).

Na quarta-feira (13) será organizada pelos professores orientadores apresentações de Trabalhos de Conclusão de Curso dos alunos de graduação de Jornalismo da UFTM/CUA. Cada professor e aluno terão 20 minutos para exposição do trabalho e não será necessário realizar inscrição.

Programação

12/12 - Terça-feira
- Mostra de trabalhos do curso premiados em 2017;
- Entrega de certificado de reconhecimento aos premiados em anos anteriores;

13/12 - quarta-feira
- Mostra dos Trabalhos Finais de Graduação do curso de Jornalismo/CUA;


14/12 - quinta-feira
- Debate: República em crise: O que esperar da atual conjuntura política brasileira?

Contatos para inscrição
Neiriane: (66) 9 9201-1737
Layra: (66) 9 9944-6810
Suzana: (62) 9 8101-8430

Evento

Agência Focaia
Redação
Giulia Sacchetti

O “IV Café Literário” vai se tornando uma tradição pela comunidade escolar do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Campus Barra do Garças. A data para a realização do evento em 2017 será neste sábado (9), às 19h, na sala de Cinema I da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário do Araguaia (UFMT/CUA). 

Como nos anos anteriores, a programação busca destacar a valorização e propagação da cultura, em suas diversas configurações no espaço escolar. 

Trata-se da criação de um espaço para socialização das manifestações artísticas produzidas e reproduzidas no âmbito escolar para a comunidade interna da instituição pública, bem como a externa, para aqueles interessados nas temáticas.

O Café Literário é organizado por servidores e estudantes do instituto, e conta com apresentações culturais, artísticas, artesanatos entre outras. Segundo a docente de língua inglesa do campus, Renata Lopes, para este ano o tema é “A revanche contra a Intolerância”. 

Lopes destaca que desta vez, assim como em edições anteriores, houve uma parceria com a UFMT/CUA para que o evento fosse realizado na Sala de Cinema I, na unidade de Barra do Garças do Campus. “Como nossos alunos conhecem a UFMT, fica fácil de localizarem, além de proporcionarmos uma interação com o ambiente acadêmico”, avalia.

Acadêmico

Barbara Argôlo
Redação
Agência Focaia
     Foto: Barbara Argôlo

Adélia Sousa falando sobre religiões de matrizes africanas, em debate no Cine Clube Roncador


O Cineclube Roncador da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia em parceria com o Núcleo de Produção Digital, realizou na última quinta-feira (30) mais uma edição do Cineclube Roncador. Desta vez em debate as práticas e preconceitos em religiões de matrizes africanas, presentes em todo território brasileiro. 

Na sessão, dois filmes foram exibidos, "Mestre Erenilton, a Voz que chama os Deuses", com direção de Marcos Cantanhede, que traz uma homenagem de Ney, um dos melhores percussionistas da tradição musical Afro-Brasileira contemporânea, a seu pai. Erenilton é um dos mestres de atabaque mais respeitados da Bahia, profundo conhecedor dos cânticos sagrados das quatro principais nações do culto do candomblé: ketu, ijexá, jeje e angola. 

A outra apresentação foi do filme "A boca do mundo - Exu no Candomblé", uma produção da Oka Comunicações que trata sobre múltiplas representações e significados do Orixá Exu, um dos deuses do Candomblé, religião brasileira de matriz africana.

Debate

Após a exibição dos documentários foi realizado um debate sobre o tema com a presença dos acadêmicos dos cursos de jornalismo, direito, letras, além de  representante da religião Candomblé de Angola, Adélia Sousa, conhecida por MAMETU GUERU, além da professora Monica Santos e a estudante do curso de Letras Dhjully.

O número de denúncias de intolerância religiosa aumentou 3.706% nos últimos cinco anos no Brasil, segundo relatório da Secretaria Especial de Direitos Humanos, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Cidadania. O dado mostra a relevância da abordagem do tema tanto no meio acadêmico, como em toda a sociedade.

Para Melissa Nakamura estudante do curso de jornalismo da UFMT/CUA, presente à edição do Cineclube Roncador, “a nossa sociedade ainda precisa evoluir muito, e não só na questão religiosa. A mensagem é a de que pessoas que acreditam nessas religiões de matrizes africanas devem ter seus direitos e cultuar sua fé”.

Segundo a estudante Layra Santana, também do curso de jornalismo (UFMT/CUA) da universidade do Araguaia, o debate sobre as religiões de matrizes africanas é importante. Segundo ela, é quando se “abre um leque de informações sobre a pluralidade de religiões que temos no Brasil, evitando que essas religiões sejam marginalizadas”.

Acadêmico  

O Cineclube Roncador oferece certificação para os participantes de quatro sessões, de 20 horas, permitindo, assim, a aquisição de atividades complementares aos estudantes, necessárias para conclusão da graduação.

Intercâmbio social 

Agência Focaia
Reportagem
Vasco Aguiar
   
   Fotos: arquivo pessoal de Raquel Nabarret
  A estudante Raquel Nabarrete durante apresentação teatral em escola pública

A estudante da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia, Raquel Nabarrete, do curso de Direito,  participará em fevereiro do próximo ano de um Intercâmbio Social, com destino ao Peru, país latino-americano. A  proposta  do intercâmbio é criar um vínculo de empatia com pessoas que precisam de ajuda, no caso do projeto escolhido por Nabarrete, serão crianças que sofrem bullying, além de manter contato com outras culturas. A atividade solidária da estudante diz respeito ao trabalho já realizado na UFMT/CUA, com o Grupo de Teatro 'Fazendo Artes'. 

O intercâmbio será feito através da Association Internationale des Etudiants en Sciences Economiques et Commerciales (AIESEC), que tem parceria com instituições de todos os continentes, e está presente em 127 países. O valor pago pela estudante à AIESEC será de R$ 500,00. Somando os gastos com passagens aéreas, passaporte, hospedagem e alimentação, Nabarrete acredita que o valor de suas despesas no país vizinho pode se aproximar de cinco mil Reais. A viagem tem duração de 42 dois dias.


A acadêmica afirma que está batalhando para conseguir os recursos necessários. Com este objetivo diz estar "trabalhando exaustivamente, vendendo doces caseiros, também consegui um emprego em uma lanchonete, e, além disso, estou fazendo uma rifa, são várias frentes para conseguir arrecadar o valor que preciso. Não sou rica, toda ajuda é importante”, afirma.


Nabarrete (foto à esquerda, em apresentação de teatro infantil) explica como surgiu a ideia do intercâmbio social. “Tenho uma amiga que também vai viajar para o Peru. Ela conheceu uma garota que já participou do intercâmbio social, ficamos empolgadas com o seu relato e decidimos correr atrás disso”. Ela conta que o intercâmbio sempre foi algo que teve vontade de fazer. “Mas quando vi que existia a possibilidade de fazê-lo vinculado com o lado social, fiquei maravilhada”, diz.

O projeto para o qual a estudante irá trabalhar em Lima, capital peruana, se chama ‘Raise your voice’, em tradução livre ‘Levante sua Voz’. O trabalho a ser feito objetiva o amparo às crianças de 5 a 12 anos, que sofreram bullyng e vivem em um ambiente vulnerável. As atividades que serão desempenhadas por Nabarrete englobam o âmbito motivacional. “Farei palestras, dinâmicas, um trabalho para conscientizar estas crianças de que todos somos iguais”, afirma. 

Experiências

Raquel acredita que o intuito do intercâmbio é se colocar no lugar do outro, ao mesmo tempo criar vínculo de empatia e desenvolver habilidades que não possui, como o domínio de um novo idioma e adquirir conhecimento cultural. “Faço trabalho voluntário no Brasil há muitos anos, sou voluntária de uma ONG na cidade de Barra do Garças (MT), também voluntario em escolas, igrejas. Sou uma pessoa que acredita no voluntariado.” Conforme Nabarrete, sua escolha pelo trabalho social fora do país é uma maneira de ampliar o que já faz aqui.

Ela diz que usará, em suas atividades no Peru, boa parte de seu aprendizado com o Grupo de Teatro 'Fazendo Artes'. "Acabarei reproduzindo minhas experiências teatrais com estas crianças, acredito que tenho muito a contribuir". Ela acrescenta que também será possível desenvolver aspectos de seu curso. “Vou me atentar para o lado dos direitos humanos, que é minha área. Farei palestras lúdicas com a intenção de devolver a autoestima destas crianças”, finaliza.

Evento

Agência Focaia
Redação
Adailson Pereira


     Fotos: Arquivo pessoal do Valdeir Ribeiro/Murillo Zonta
Professor e orientador de pesquisa (da esquerda para a direita) Valdeir Jesus, Lucas Judá, Juliana Morais e Murillo Zonta, representantes da UFMT/CUA no congresso da UFMA 


A cidade de São Luis do Maranhão recebeu, nos dias 15 a 17 de novembro, o XXVI Congresso Nacional do Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito. O CONPEDI é promovido em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Os estudantes do curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia (UFMT/CUA), representaram a instituição mato-grossense no evento, com apresentação de trabalhos de pesquisa sobre criminalidades críticas.

O evento é voltado para estudantes da pós-graduação, no entanto, há espaço para graduandos apresentarem suas pesquisas na modalidade pôster. Os interessados submetem seus trabalhos, com possibilidade de não serem aceitos, como disse o professor Valdeir Ribeiro de Jesus, um formato parecido com a Semana Científica, organizado pela UFMT Araguaia, porém, divididos em grupos temáticos.

O grupo no qual os estudantes da UFMT/CUA participou estava relacionado na área de criminologia crítica. Ribeiro destaca a importância de os acadêmicos fazerem parte deste tipo de atividades, numa referência ao projeto de pesquisa  que coordena, “interfaces contemporâneas das ciências criminais”. 

No total, a UFMT Araguaia teve quatro trabalhos aprovados, num universo de aproximadamente 300 pôsteres expostos no CONPEDI. No entanto, apenas três apresentaram no congresso, pois uma estudante perdeu o prazo na solicitação do auxílio evento, e não teve como custear as despesas.

O professor destaca que o congresso serviu como divulgação em relação aos estudos, de forma particular de cada estudante, no grupo de pesquisa da universidade do Araguaia. Ele ainda diz, que em eventos como esse, os acadêmicos têm a oportunidade de conhecer como funciona a academia, divulgação de pesquisas e debates acadêmicos. Além de ter contatos com outros estudantes do mesmo grupo temático, vindo de diversas universidades do país.

Apresentação

A acadêmica do quarto ano do curso de Direito, Juliana Souza Morais, é monitora da disciplina de Criminologia. Ela apresentou sua pesquisa, “Determinismo criminológico da Escola Positiva na obra 'Casa de Pensão', de Aluísio de Azevedo”, tendo como co-autor, o professor Valdeir Ribeiro. A pesquisa consiste em analisar o romance naturalista do escritor, e traçar um paralelo com o enredo fictício apresentado, relacionando com o contexto jurídico brasileiro, principalmente na comparação com o desenvolvimento dos estudos criminológicos no final do século XIX, sobretudo a antropologia criminal.

Morais revela que não teve problemas com a apresentação, visto que, o curso de Direito da UFMT/CUA participa de vários eventos com exposições de trabalhos. Para ela, a maior dificuldade foi a distância de Barra do Garças à cidade de São Luís do Maranhão, “se locomover numa cidade que eu não conheço, é complicado”, analisa. 

A estudante ainda relata que a participação no congresso foi interessante, segundo ela, houve troca de experiências, quando conheceu diversas pesquisas desenvolvidas no Brasil, relacionada ao tema proposto. Outro ponto citado por Morais foi à interação com jovens pesquisadores universitários, sobre ter uma visão mais ampla da pesquisa e a discussão dentro do universo jurídico.
 
Para o acadêmico do terceiro ano, (na foto ao lado, está apresentando sua pesquisa para a banca examinadora), Murillo Henrique Zonta Sardinha, o mais importante também foi o contato com pessoas de várias universidades brasileiras.

Ele ainda analisa que participação de estudantes em congressos, a nível nacional, valoriza a instituição. A pesquisa apresenta por Zonta diz respeito à “Crítica às medidas de segurança em Mato Grosso”, com orientação do professor Valdeir Ribeiro. O trabalho visa conhecer a atual realidade das medidas de segurança pública, de acordo com a Lei da Reforma Psiquiátrica.

Na sequência, o também estudante do terceiro ano, Lucas Judá Dagoberto Figueira, teve como tema da pesquisa, “Justiçamento, metas e descontentamento: os alertas para o repensar a justiça”, também com orientação do docente Valdeir Ribeiro.

A pesquisa do estudante da UFMT Araguaia visa à exposição de fatos, nos quais a sociedade espera que a punição de uma pessoa que cometa algum tipo de crime, seja proporcional a infração cometida por ele. 

Por ser um dos primeiros trabalhos em Congresso, o estudante ainda diz que ficou nervoso durante a apresentação, mas com apoio dos demais colegas da universidade e do orientador, sentiu-se mais calmo. Sobre a atividade de pesquisa, Judá ressalta a importância da universidade em conceder o auxílio financeiro para participar deste tipo de evento. 

O professor Valdeir Ribeiro Jesus, por fim classificou a atividade como importante. Ele analisa que o congresso de São Luiz, o CONPEDI,  deu visibilidade para o Campus Araguaia, já que os outros campi não mandaram representantes.

Ribeiro ressalta ainda que, para os acadêmicos, a credibilidade foi maior, visto que concorreram de igual com alunos de outras instituições. O professor afirma, esta “é uma oportunidade de circular num espaço para se qualificar e trocar experiências”, finaliza.