Nas ondas do rádio

Gerson Luiz Martins
Jornalista e pesquisador do PPGCOM e CIBERJOR/UFMS

O rádio é, sem dúvida, um meio de comunicação por excelência. Em tempos de internet é aquele que consegue uma comunicação, uma interação instantânea com as pessoas, com o público receptor. Mesmo com o tempo das pessoas, boa parte delas conectada a internet em seus ambientes de trabalho ou doméstico, o rádio pode ser acessado pelo computador e fazer valer seu poder de comunicação. Se há alguns anos, e acrescente anos nesses alguns, as pessoas passavam horas, em casa ou no trabalho, conectadas nas emissoras de rádio, hoje este tempo está dedicado à internet. Pode-se lembrar que mesmo nos estabelecimentos comerciais, principalmente lojas, supermercados e outros, havia, no sistema de som ambiente, uma emissora de rádio sintonizada, marcadamente quando iniciaram as transmissões em frequência modulada (FM) no país.

No mundo que convive com internet quase 24 horas do dia, o rádio ainda tem grande valor de comunicação e é uma mídia que contribui de forma muito importante para o convívio social, seja nas ações de apoio à saúde, ao transito, às catástrofes naturais ou do convívio urbano. Se a população não ouve mais o rádio 24 horas, agora a participação dessa mídia é marcada no tempo de cada dia. Pela manhã a preferencia pelas notícias, à tarde e à noite pelo entretenimento musical, e em alguns momentos destes períodos também pela preferencia à informação.

O rádio, de forma geral, também ganhou ou foi forçado a implementar perfil de programação para atender a determinados segmentos da população. Assim, há emissoras que se dedicam ao noticiário 24 horas, como a rádio CBN, que hoje não existe mais em Campo Grande, emissoras que se dedicam a um determinado estilo de música, como é o caso de várias emissoras em Campo Grande que tem programação predominantemente focada em músicas sertanejas e inúmeras outras que adotam um perfil multifacetado. Continue lendo...


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