Timor-Leste: O desafio de ensinar em português

Professora brasileira narra a experiência em ajudar os professores timorenses a ensinar em português, num país com mais de 17 línguas faladas e um passado de luta pela liberdade


Daniela Alves Soares


O Timor-Leste esteve muitos anos em guerra. Era uma ilha esquecida e subjugada ao destino que outros países lhe conferiam. Felizmente, essa história é passado.

Desde 2002, o Timor Lorosa'e (em tétum, a língua mais falada) é um país independente e tem construído a sua própria história de democracia. Depois do imperialismo português, que muito tirou do país e pouco contribuiu, e de longo período sob o domínio indonésio, que contribuiu um pouco, mas a muito custo e por cima de muita gente (e muito sangue), o povo timorense tomou as rédeas de seu destino.

O Brasil, assim como outros países de língua portuguesa, tem cooperações com o país. Na área de educação, a Capes costuma enviar, semestralmente, vários professores brasileiros. No segundo semestre de 2012, por exemplo, foram cerca de 30 professores brasileiros. E foi nessa missão que eu conheci essa ilha, em junho de 2012. Leia mais.

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