Trabalho realizado pelo Laboratório de estudos sobre Imagem e Cibercultura, da UFES, mostra, através de publicações e republicações no Twitter, a cartografia das tendências políticas entre os usuários dessa rede, em meio ao turbilhão de manifestações pelo país (gráfico ao lado). Uma das observações mais interessantes é a quebra da bipolaridade entre apoiadores e opositores do governo e o surgimento de uma terceira força (mais ou menos independente em relação a esses dois grupos), afinada com as questões levantadas nos protestos de rua.

"Toda rede ligada a algum político possui um certo padrão:a bipolaridade. Mas a grande novidade é (...) uma rede que narra fatos que nenhuma das duas outras gostam muito de discutir: a relação entre gastos públicos e Copa, a questão indígena, a crítica do que é esquerda e direita (são inúmeros temas). Ela tem perfil mais independente. E ganha relevância na conversação na rede."

Leia mais:  http://www.labic.net/cartografia-das-controversias/dilma-no-twitter-ou-como-a-bipolaridade-politica-acabou/?wprptest2=1

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