por Adelia Riedo Martos e
Leila Xavier Lima Oliveira
Greve das universidades públicas já é a
maior mobilização dos últimos anos. A confirmação é dos responsáveis pelo
movimento, professores Luiz Antonio Bitante e Magno Silvestri.
Magno informa que “48 instituições já aderiram à greve em
todo o país, de acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições
do Ensino Superior (ANDES), já é o maior movimento dos últimos dez anos”.
Um dos motivos da paralisação é o
descumprimento do governo federal sobre o reajuste salarial de 4%, a
incorporação das gratificações ao salário e a reestruturação do Plano de
Carreira da categoria, prometidos em 2011.
No campus da UFMT de Barra do Garças, não
houve adesão de todos os docentes. O fato é reprovado pelo professor Magno
Silvestri: “O acovardamento de alguns membros da
categoria, ao não participarem dos debates de pautas internas, motivados pelo
receio de perder regalias adquiridas, trocam o interesse coletivo pelo
individual, criando a despolitização e a desunião da classe”.
A única manifestação do governo sobre a
greve foi do ministro de Educação, Aloízio Mercadante, dizendo que “não entende
o porquê da greve, uma vez que o governo atendeu o acordo feito no ano passado”,
segundo comentou para a imprensa.
Para reforçar as reivindicações do movimento, um ato público acontecerá em Brasília, e simultaneamente em Barra do Garças, na Praça dos Garimpeiros, às 8h30 do próximo dia 4 de junho.
(texto elaborado em oficina realizada durante I Simpósio de Jornalismo e Direito)
Leia também: Hipocrisia de estado desnudada na greve.
Para reforçar as reivindicações do movimento, um ato público acontecerá em Brasília, e simultaneamente em Barra do Garças, na Praça dos Garimpeiros, às 8h30 do próximo dia 4 de junho.
(texto elaborado em oficina realizada durante I Simpósio de Jornalismo e Direito)
Leia também: Hipocrisia de estado desnudada na greve.
