Infraestrutura
Agência
Focaia
Reportagem
Thaynara
Fernandes
O primeiro Planetário do estado de Mato Grosso e também o primeiro do Brasil com o formato de disco voador, conforme destaca o autor e arquiteto do projeto, Dionísio Carlos, construído em 2013, ainda não atingiu os objetivos, de atender a comunidade interna da Universidade Federal, Campus Araguaia, e comunidade externa. Conhecido como Centro de Vivência Científica e Cultural da UFMT Araguaia, a obra custou investimento na ordem de um milhão de Reais.
O seu funcionamento no começo deste mês, com a exibição de vídeo e à disposição dos participantes um telescópio, chamou a atenção da comunidade interna.
O seu funcionamento no começo deste mês, com a exibição de vídeo e à disposição dos participantes um telescópio, chamou a atenção da comunidade interna.
| Planetário do Campus
Universitário do Araguaia da UFMT, que deverá passar por reformas
antes de ser
liberado para o público - imagem Adailson Pereira
|
O planetário apresenta uma cúpula, um projetor especial de 360° e capacidade para até 50 pessoas. Conta com um espaço para cafeteria e uma praça de ciência, voltada para realização de palestras, apresentações, entre outras atividades.
A universidade busca solucionar os problemas para
que, de fato, contribua com a didática de ensino na universidade e abertura à população regional. Conforme disse o pró-reitor, professor Paulo Jorge da Silva o seu funcionamento está sob responsabilidade do Instituto de Ciências Humanas e
Sociais (ICHS), mas com funcionamento comprometido.
Segundo o Paulo
Jorge, o planetário tem alguns impedimentos para o acesso público, como a falta de
segurança. "Não é acessível, não apresenta saída de emergência, os
extintores estão vencidos, não tem parapeito," enumera. Há
também a falta de pessoas específicas para trabalhar no espaço e a cúpula exige nova pintura, acrescenta.
“O planetário é muito importante para as pessoas da comunidade externa adquirirem conhecimento sobre astronomia. E é fundamental para a academia, sendo um instrumento didático pedagógico que influencia, positivamente, o ensino e aprendizagem, tanto do professor quanto do aluno,” diz Paulo Jorge.
“O planetário é muito importante para as pessoas da comunidade externa adquirirem conhecimento sobre astronomia. E é fundamental para a academia, sendo um instrumento didático pedagógico que influencia, positivamente, o ensino e aprendizagem, tanto do professor quanto do aluno,” diz Paulo Jorge.
O chefe da manutenção do Campus, Rodrigo Azevedo, enfatiza que nos
próximos dias a empresa de segurança Protege, colocará os
parapeitos no planetário, para evitar que as pessoas tenham contato diretamente com os vidros. Após isso, poderá funcionar internamente.
A intenção é que mais à frente ele funcione na forma de projeto extensão, desenvolvido por docentes, com apoio de estudantes bolsistas.
A intenção é que mais à frente ele funcione na forma de projeto extensão, desenvolvido por docentes, com apoio de estudantes bolsistas.