Educação
Agência
Focaia
Reportagem
Trycia
Silva
Na
Universidade Federal de Mato Grosso, campus Araguaia (UFMT/CUA), no que se
refere à extensão, no ano de 2018, os projetos submetidos pelos editais
001 e 002 resultaram
em 53 projetos de extensão, com 54 bolsas disponibilizadas para os estudantes
participantes. Há ainda projetos submetidos pelo Edital 003 (Fluxo Contínuo) que não
requereram bolsas, mas são muito importantes no âmbito da extensão.
Para o ano passado, professores e
servidores técnicos cadastraram 62 projetos e da atividade de extensão participam estudantes e a toda comunidade, da qual a instituição de ensino faz parte. A universidade mato-grossense
publica a cada ano quatro editais, para conhecimento dos interessados, dois com concessões de bolsas e dois sem o recurso.
A bolsa estudantil é uma forma de ajuda de custos para os universitários custear suas despesas durante a execução das atividades, hoje no valor de R$ 400,00.
A bolsa estudantil é uma forma de ajuda de custos para os universitários custear suas despesas durante a execução das atividades, hoje no valor de R$ 400,00.
“Somente professores e técnicos
podem ser coordenadores, eles quem inicialmente elaboram eletronicamente os
projetos no sistema da universidade, utilizando o sistema de extensão, SIEX”,
revela, Silvio Colturato da Gerência de Graduação e Extensão (GGE/CUA).
Para o edital deste 2018, conforme documento expedido pela Câmara de Extensão do Campus Araguaia, houve uma diferença
dos pedidos de bolsas pelos extensionistas nas duas modalidades. No edital de Ações
foram disponibilizadas 38 bolsas para os estudantes, que deveriam ser
distribuídas em 42 projetos. Enquanto que, na modalidade Ações Afirmativas,
foram oferecidas 16 bolsas para 11 projetos.
Submissão de projetos
Submissão de projetos
O coordenador de atividade
de extensão submete o projeto por meio do sistema de extensão (Siex), o qual
é direcionado para o instituto no qual o professor está lotado. No caso do
servidor técnico para o documento segue para o setor administrativo em que ele atua.
A primeira avaliação de um
projeto é feita pela direção do instituto no caso do professor, ou a chefia imediata do
técnico, no setor administrativo. Na sequência, o documento chega à câmera de
extensão, onde há uma distribuição dos projetos para os diferentes conselheiros, que, depois de avaliado, emitem um parecer de aceitação ou não da
atividade proposta.
Por fim, é avaliado pela de Câmara de Extensão, formada por 19 membros titulares, sendo, 16 docentes representantes dos 16 cursos de graduação e 2 técnicos administrativos e 1 presidente, o Gerente de Graduação e Extensão.
“A extensão objetiva atender a comunidade externa, estender os conhecimentos que a universidade tem para a comunidade. Não tem como prioridade destinar suas ações somente aos acadêmicos. O foco principal é a comunidade externa”, explica Colturato.
Por fim, é avaliado pela de Câmara de Extensão, formada por 19 membros titulares, sendo, 16 docentes representantes dos 16 cursos de graduação e 2 técnicos administrativos e 1 presidente, o Gerente de Graduação e Extensão.
“A extensão objetiva atender a comunidade externa, estender os conhecimentos que a universidade tem para a comunidade. Não tem como prioridade destinar suas ações somente aos acadêmicos. O foco principal é a comunidade externa”, explica Colturato.
Conforme afirma a professora do
curso de Jornalismo e membro da Câmara de Extensão do Campus Araguaia, Patrícia
Kolling, os projetos de extensão são uma espécie de pilar da universidade
dentro da sociedade. “São projetos realizados pela universidade, por estudantes
e professores em parceria com a comunidade”, afirma.
Para Colturato, da GGE, “Alguns
projetos são interligados. Quando existem vários projetos com a finalidade em
comum, os coordenadores dos projetos podem fazer um programa de extensão”,
observa Colturato. Como é o caso do ICHS Interativo, do Instituto de Ciências Humanas
e Sociais, que possui quatro projetos, com foco, linha e atividades comuns.
