Um programa de treinamento para pretensos "jornalistas", promovido pelo jornal Folha de S. Paulo, provocou indignação no meio acadêmico e sindical dos jornalistas brasileiros. Num anúncio publicitário, o jornal convida estudantes e recém-formados de qualquer área do conhecimento para fazer um cursinho rápido sobre jornalismo e se credenciar a trabalhar na própria Folha. Para a FENAJ o anúncio e a realização do curso demonstram o descaso da jornal com o Jornalismo e com a profissão de jornalista.

"O fazer jornalístico, em toda sua complexidade, não se aprende num cursinho rápido. A FENAJ defende a exigência da formação de nível superior específica em Jornalismo para o exercício da profissão e quem não compreende a importância da formação profissional, na verdade, não compreende a importância do Jornalismo como forma de conhecimento imediato da realidade", afirma a vice-presidente da Federação, Maria José Braga.

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