Do UOL, em São Paulo


  • Divulgação/Ministério da Educação do Equador
O Governo do Equador lançou um programa para selecionar professores de qualquer nacionalidade para trabalhar na UNAE (Universidade Nacional de Educação), que abrirá as suas portas em 2014. Os candidatos devem ter mestrado ou doutorado em áreas relacionadas à educação.
O salário varia de US$ 2.000 a US$ 5.000 (entre R$ 4.467 e R$ 11.168), de acordo com a formação acadêmica do profissional. O professor contratado ainda recebe alimentação, transporte e um auxílio-moradia. Na USP (Universidade de São Paulo), por exemplo, um professor doutor com dedicação exclusiva ganha, inicialmente, cerca de R$ 9.000.
Objetivo do "Plano Internacional de Captação e Seleção de Educação" é contratar 500 docentes, principalmente da Espanha, onde representantes do governo já começaram a divulgar as vagas para trabalhar na universidade.
O programa também busca professores com experiência em educação básica e no ensino médio, para que assumam funções de acompanhamento pedagógico dos docentes em exercício. Os contratos podem ser semanais, mensais ou por tempo indeterminado. UNAE é gratuita e já tem os seguintes cursos de graduação constituídos: licenciatura em docência para a educação geral básica, ensino de língua e literatura, e ensino de matemática. Outros três cursos devem ser abertos em 2014. A universidade pretende abrir cursos de pós-graduação, mestrados e doutorados, todos ligados à área da educação.
Os interessados devem enviar, a partir do dia 1º de agosto, o seu currículo junto com uma carta de apresentação, em que expresse o cargo que deseja se candidatar, para o e-mail unae@educacion.gob.ec. No assunto, é preciso escrever "Plano de Captação e Seleção de Educadores".

Médicos

O Equador também lançou um programa para contratar cerca de 1.500 profissionais de saúde, em especial anestesistas, cirurgiões e fisioterapeutas. A seleção está aberta para médicos equatorianos e estrangeiros que queiram trabalhar no país.
No Brasil, o Programa Mais Médicos, do Governo Federal, criou polêmica entre universidades e conselhos de classe ao propor a contratação de estrangeiros e a mudança nos cursos de medicina.
*(Com informações do El País)

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