Por 286 votos a 124, os deputados aprovaram texto do Senado, que não tinha a previsão de 100% para a educação. Projeto de Carlos Zarattini era o que continha o carimbo dos recursos para a área


Silvio Costa foi um dos deputados que comandaram a derrota do governo na votação do projeto sobre os royalties
Para supresa do governo e de integrantes dos estados produtores, a Câmara aprovou nesta terça-feira (6), por 286 votos a 124, o projeto de lei elaborado no Senado para definir uma nova fórmula para divisão dos royalties do petróleo. A medida vale para os contratos já existentes e para os que forem assinados em regime de partilha. Aprovado na íntegra, ele segue para a sanção presidencial de Dilma Rousseff. Ao contrário do texto que tramitava na Câmara, a proposta não tem a previsão de destinação dos lucros para a educação.
Houve duas votações. Na primeira, os deputados aprovaram, por pequena maioria, um requerimento de preferência do DEM para votar o relatório do Senado, que beneficia os estados não produtores. Nesta rodada, acabou derrubado o texto elaborado pelo deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que previa a destinação dos 100% dos lucros para a educação. Depois, a segunda votação foi para aprovar ou rejeitar o projeto dos senadores. Não houve a possibilidade de emendar a proposta para acrescentar os 100% para a educação.
Clique aqui para ver como votaram os deputados o requerimento de preferência do DEM para que a Câmara analisasse o texto do Senado primeiro, que não tinha a previsão de 100% dos royalties para a educação.

0 comentários:

Postar um comentário

Comente esta postagem.