Vereador Kiko responde a crítica publicada na imprensa de Barra do Garças

Foto: Assessoria/ Konrad Felipe

A propósito da nota intitulada "Esquerda Volver", divulgada no último dia 2 de abril na coluna "Alfinete" do site "Semana 7", o vereador Odorico Ferreira Cardoso Neto - Kiko, presta os seguintes esclarecimentos à população de Barra do Garças (MT):

"Já fui governo (chefe de gabinete - janeiro de 2007 a março de 2008), já fui oposição (legislatura 2009-2012), sou governo agora (legislatura 2013-2016), tenho duas funções a exercer (1º secretário e líder do Executivo na Câmara). Continuo petista, não abrindo mão de princípios e normas de atuação como, por exemplo, apurar se a denúncia é verdadeira, se o que se narrou é verdadeiro ou não.

O jornalista que ataca não aceitou em nenhum momento a coligação que formamos e elegeu o atual prefeito. Ainda aborrecido, prefere o ataque ao diálogo, a disposição em apurar os fatos é função precípua de qualquer jornalista. Lamento o não acompanhamento dos acontecimentos, de saber o trabalho que vem sendo realizado pela atual administração, por exemplo, que foram arrumados mais de 500 quilômetros de estradas vicinais de janeiro para cá, que em torno do local em que as máquinas foram apreendidas existem muitas toneladas de soja  para ser escoada, que as chuvas foram intensas, que administrativamente a responsabilidade de arrumar estradas vicinais é do município.

Não me afasto do debate olho no olho, com o respeito que merecemos um pelo outro (jornalista e militante da esquerda) que precisa continuar trabalhando, tendo capacidade de ouvir e assimilar críticas, sem perder de vista, a importância de governar discutindo com a sociedade, apresentando soluções, gerando emprego, melhores condições salariais, capacidade de fazer a diferença fazendo e não apenas dizendo. É preciso ter capacidade de apurar fatos e não apenas criar factóides para receber em troca as verbas de publicidade que um ou outro grupo assumem em nome de seus interesses. Fazer jornalismo sério significa também ser independente e não viver de chantagem de que se algum órgão público deixa de fechar um contrato de publicidade, contrariando algum interesse, se torna alvo principal da não notícia, do interesse individual não atendido em detrimento ao interesse coletivo que tem o compromisso de atender a maioria.

Viva a democracia e a forma de fazê-la acontecer com seriedade e respeito aos espaços individuais e coletivos de compreender interesses partidários e aqueles que são da sociedade como um todo."