Para o jornalista que só apura matéria via
Google e redes sociais: um
fantástico city tour para que ele possa conhecer ruas, histórias e gente de
verdade.
Para o jornalista que não
entende a própria letra no bloquinho:
curso de caligrafia a distância do Instituto Universal Brasileiro, módulo para
entrevistas rápidas.
Para o jornalista carente: um ursinho de pelúcia que fala “sua matéria
ficou ótima” e “sua sugestão de pauta é muito criativa”.
Para o jornalista que não
terá férias em janeiro: o livro
“Como descolar pautas bacanas num período em que porra nenhuma acontece”.
Para o jornalista obcecado
por furos: uma cesta de queijos do
tipo Emmental.
Para um jornalista sem
diploma: pen drive com os álbuns de
fotos “As melhores festas em república – parte 1 e parte 2 (sem cortes)” e “As
melhores festas em congressos de comunicação”.
Para o bom assessor de
imprensa (no crees en asesores de prensa buenos, pero que los hay, los hay): um almoço em sua casa, para retribuir todas
as bocas-livres que ele lhe proporcionou ao longo do ano.
Para o foca que acha que já
sabe tudo: uns tapas na orelha para
ele ficar esperto.
Veja a lista completa no blog Desilusões Perdidas.