País optou democraticamente por uma Constituição formada por propostas dos cidadãos, a qual defende proteção da economia
Os cidadãos da Islândia referendaram, há cerca de dois meses, com cerca de 70% dos votos, o texto básico de sua nova Constituição, redigido por 25 delegados, quase todos homens comuns, escolhidos pelo voto direto da população, incluindo a estatização de seus recursos naturais.
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