O ano de 2011 foi um marco na história da pesquisa no Instituto Federal de Mato Grosso – IFMT. Criado em dezembro de 2008, a partir da junção de dois centros tecnológicos e uma escola agrotécnica, o Instituto estabeleceu em seu Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, 2009-2014 que as áreas de pesquisa e inovação mereciam da Instituição atenção especial. Foram estabelecidas, então, pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação nove estratégias. Destas, grande parte já foi alcançada, como revela o relatório anual do setor. As metas ainda não alcançadas referem-se a investimentos em infra-estrutura e pessoal técnico.
A proposta de sistematizar e institucionalizar a pesquisa na
instituição tem dois marcos relevantes: em 2009 o IFMT tinha cinco grupos de
pesquisa certificados pelo CNPq, com 17 linhas de pesquisa. Hoje, são 24 grupos
certificados, 70 linhas de pesquisa. Em apenas dois anos, o número de doutores
envolvidos com a pesquisa saiu de 10, em 2009, e alcançou 60, em 2011. Apesar
do crescimento das linhas de pesquisa e no número de pesquisadores, a
Instituição sofre com a falta de recursos para modernizar seus laboratórios e
ampliar os espaços de pesquisa. Prescinde também de uma cultura científica,
investigativa, entre o corpo docente. No entendimento da Pró-Reitoria de
Pesquisa e Inovação, é o tempo - a ampliação de pesquisas e de pesquisadores e
criação de cursos de Mestrados que irá favorecer o desenvolvimento científico
na Instituição.
