A Universidade Federal do Rio Grande do Norte foi a única na qual os professores não pararam
A UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) foi, das 59 federais, a única que não entrou no movimento nacional de greve que completa nesta sexta-feira (17) três meses. Mas, o que levou os professores da instituição a não participar da paralisação?
“A sociedade já estava cansada de tanta greve, movimentos que às vezes não levavam a nada. Tivemos a última em 2003. Com o tempo, passamos a trabalhar com nossos professores a ideia de que só se deve fazer greve quando não há indicativo algum de negociação. E este ano, havia. O governo federal estava disposto a negociar. Era só uma questão de sentarmos e apresentarmos nossa proposta”, afirma Ângela Ferreira, presidente da Adurn (Associação de Docentes da UFRN).
A Adurn é filiada à Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior), que representa professores de pouco mais de 10% das universidades federais e aceitou a proposta de reajuste do governo federal. A UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), membros do Proifes, decidiram encerrar a paralisação. Mais...

