DIPLOMA DE JORNALISTA: A qualificação indispensável


 Jornalista, professora da Universidade Federal Fluminense, autora  de Pensando contra os fatos. Jornalismo e cotidiano: do senso comum ao senso crítico, Sylvia  Moretzsohn retoma o debate sobre a validade da exigência do diploma, a partir do fato de o Senado, no início de agosto, contrariar decisão do Supremo Tribunal Federal e ressuscitar a obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício profissional .

A propósito da exigência de qualificação, ela diz que "não se trata, como jamais se tratou, simplesmente de adestramento técnico: trata-se de aliar essa qualificação à formação humanista que sempre se defendeu, para que o profissional habilitado ao manejo da técnica mais avançada saiba o que fazer com ela" diz Moretzsohn.

Ela acrescenta que "é claro que tudo isso diz respeito ao jornalismo voltado para o esclarecimento do público, dedicado a duvidar das versões oficiais e empenhado em questionar as interpretações de senso comum sobre os fatos da vida cotidiana". E concluiu que "para o festival de superficialidades e bizarrices que circula como notícia, especialmente na internet, e para recortar e colar automaticamente releases de assessorias, meia hora de treinamento já seria uma eternidade".



Leia a íntegra via Observatório da Imprensa.
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