Sandra Annenberg e Renata Ceribelli contam sobre o desafio de conciliar jornalismo e maternidade


 Renata Ceribelli e Sandra Annenberg (Imagens: Rafael França/Zé Paulo Cardeal/TV Globo)


Antes mesmo de ser mãe, em 2003,para Sandra Annenberg o tempo já era curto para a profissional. Sandra conta que sempre estava à disposição, pronta para ir aonde a notícia mandasse. Foi assim até os últimos meses da gravidez e, depois de quatro meses, voltou a trabalhar meio período. "A empresa foi super parceira, portanto, a adaptação foi muito tranquila. Consegui amamentá-la até os 10 meses".

Para Renata Ceribelli as coisas foram diferentes. A jornalista, que foi mãe de gêmeos aos 25 anos, época em que sua carreira estava começando, gostava da vida “imprevisível” de repórter e estava sempre pronta para viajar a qualquer momento ou ter que encarar uma madrugada inteira em uma reportagem de última hora. Depois de 1990, quando Marcela e Rodrigo nasceram, Renata deixou o SBT,  foi cobrir férias na Globo de São Paulo e seguiu para a TV Cultura, onde fazia reportagens para o 'Vitrine'. "Senti na pele a falta de apoio de creches para as mães com recém nascidos. A adaptação exigiu coragem para deixar meus bebês com uma babá, mas sempre com a supervisão da avó, para minha sorte", conta.

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