Qual a influência das questões que circulam e são discutidas na mídia social sobre o conteúdo e a programação da mídia tradicional? Quais as fronteiras entre a identidade profissional e o perfil pessoal nas redes sociais? Como tem sido o uso dessas mídias para promover o jornalismo cidadão? Estas e outras preocupações foram respondidas em primeira mão por jornalistas, acadêmicos, peritos, funcionários do governo e ativistas de direitos de comunicação.
A pesquisa foi realizada com 210 participantes – 150 jornalistas – de todo o país, por 15 dias. Todos os participantes acessam a internet diariamente, têm perfis nas redes sociais, passam em média 9 horas por dia na web, têm 30 anos de idade em média, e têm de 7 anos e 7 meses de experiência profissional; 84% acreditam que a mídia social favorece a liberdade de imprensa.
A rede mais popular é o Twitter com 95% de participação, seguida do Facebook com 94% e do Orkut com 71%. Apenas 11% dos jornalistas entrevistados trabalham em uma agência de mídia que não usa a mídia social. 87% dos participantes usam as redes sociais profissionalmente, especialmente para produzir conteúdo jornalístico (56%), para verificar as informações levantadas em outro lugar (63%) e para contatos (68%).
Noventa por cento dos jornalistas que participaram da pesquisa já deixaram de comentar algo nas redes sociais por acreditarem que o comentário teria impacto em suas vidas profissionais; 44% afirmaram fazer isso todo dia. Para 79%, as políticas de comunicação são mais discutidas na mídia social do que pela mídia tradicional.
Conheça a plataforma
Fonte: Unesco