Um grupo de alunos promete paralisar desta terça-feira (14) até quinta (16) as aulas do campus da Unesp de Araraquara (273 km de São Paulo) em protesto contra a expulsão de seis estudantes da moradia popular acusados de praticar orgia e violar as regras do convívio local.
A expulsão ocorreu após uma sindicância da instituição que apurou o caso. A denúncia foi feita no ano passado por alunos contrários à prática. Os manifestantes, no entanto, dizem que a medida foi abusiva e não respeitou outras instâncias.
| Edson Silva/Folhapress |
| Estudantes acampados no campus da Unesp de Araraquara protestam contra expulsão de alunos que fizeram orgia |
A paralisação também se dá contra a entrada de alunos na Unesp por meio de um curso a distância.
Leia a íntegra na Folha de S. Paulo.
Leia a íntegra na Folha de S. Paulo.
Observação do blogueiro: O título e a matéria em si levam a crer que os
alunos da Unesp só querem saber de sacanagem, mas no finalzinho, quando a
pirâmide invertida deveria trazer o menos importante, aparece esta tal de
"entrada de alunos por meio de um curso a distância", que é o PIMESP,
“Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista”. Na
verdade esse assunto é coisa séria - reforça a discriminação negativa - e sua
rejeição pelos estudantes - e professores - é que deveria ser o lead. Para
entender, leia Nota e ato
contra o PIMESP e Reitoria
não comparece a debate sobre o Pimesp.
Observação do blogueiro, em 15.5.2013: No dia seguinte, nova matéria da Folha volta a "demonizar" a paralisação e cita o PIMESP como reivindicação
"acessória" (Alunos
da Unesp fazem abaixo-assinado contra paralisação de aulas).