Universitário indígena de MT diz ter obrigação de ser o melhor da sala

Adaptação na cidade e com o português é problema entre os indígenas. 
Quase 200 índios estudam nas duas universidades públicas do estado.


Casado, pai de um filho e ex-seminarista, o índio da etnia Bororo, Libério Uiagumeareu, de 23 anos, só não imaginava que um dia pudesse se tornar advogado. Nascido numa aldeia localizada na zona rural do município de Barra do Garças, a 516 quilômetros de Cuiabá, o indígena vai se formar no próximo ano na maior universidade pública de Mato Grosso, a UFMT. Ele faz parte de um grupo seleto de 173 indígenas que estão cursando o ensino superior no estado, graças a um projeto experimental de graduação para indígenas. Íntegra da matéria de Dhiego Maia e Pollyana Araújo do G1 MT.

Índio bororo vai se formar em Direito  no 
próximo ano na UFMT (Foto: Dhiego Maia/G1)