Quais os empregadores dos sonhos dos estudantes?


Para parte dos universitários brasileiros da área de humanas, o emprego dos sonhos seria fazer parte da equipe de colaboradores de determinada empresa de tecnologia ou de comunicação. Ao menos é o que registra a edição 2014 do levantamento realizado pelo site Universum. No estudo, divulgado no último fim de semana pela Exame.com em texto assinado por Claudia Gasparini, Google, Editora Abril e Rede Globo formam o pódio dos empregadores mais desejados pelos estudantes ouvidos. Curiosamente, o trio repete as mesmas posições ocupadas no ano passado.

Dos estudantes de humanas entrevistados pela Universum, 28,55% escolheram o Google como o empregador ideal; além de liderar no levantamento, o gigante da internet ocupa, no país, o primeiro lugar no Alexa, ranking virtual dos sites mais acessados. Maior editora de revistas do Brasil, a Abril foi citada por 24,10% dos respondentes; apesar de se manter em segunda, a empresa de comunicação caiu mais de quatro pontos percentuais, pois registrou 28,65% em 2013. Responsável pela emissora de TV de maior audiência no território nacional, a Rede Globo foi mencionada por 23,08%.

Fora o trio da liderança, outras três empresas com atuação em tecnologia e comunicação aparecem no top 10 da divisão do estudo da Universum focada em universitário dos cursos de humanas. A Apple aparece em quinta, com 17,25%, mesma posição de 2013. A empresa criada por Steve Jobs está logo à frente do Facebook (13,53%); a rede social, por sua vez, não apareceu entre os melhores empregadores junto aos estudantes no levantamento de 2013. Estável em relação ao ano passado, a Microsoft foi listada na nona colocação, sendo a empregadora do sonho para 8,77% dos estudantes.

O ranking da Universum é completado por Petrobras (4°), Banco do Brasil (7°), Coca Cola (8°) e Nestlé (10). Citada por 19,04% dos respondentes da pesquisa, a estatal petrolífera segue os resultados obtidos por Google, Abril, Globo, Apple e Microsoft no seguinte ponto: manter a posição apresentada em 2013. Vinculado ao governo federal, o Banco do Brasil caiu um degrau, sendo citado por 13,17% (foram 14,93 no ano passado). A marca de refrigerantes também foi para um número abaixo do registrado no último levantamento, enquanto a Nestlé repetiu a décima posição.

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