Sindicato Nacional é uma das entidades que apoia o Projeto de Lei de Iniciativa Popular das Comunicações, que será lançado no Congresso Nacional no final de agosto

A Lei da Mídia Democrática – Projeto de Lei de Iniciativa Popular das Comunicações (PLIP) -, será lançada nacionalmente em Brasília na manhã do dia 22 de agosto, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados. O lançamento é aberto ao público e contará com a presença de representantes de movimentos sociais, ativistas, personalidades públicas e políticos que apoiam a democratização da comunicação do Brasil.

O ANDES-SN é uma das entidades que estará presente no evento, e tem intensificado suas ações junto ao Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) nos últimos meses, e a partir das deliberações do 32º Congresso e 58º Conad, que indicam o apoio do Sindicato Nacional à proposta de Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Comunicação Social Eletrônica – Lei da Mídia Democrática -, e a divulgação, por parte do ANDES-SN e de suas Seções Sindicais, da campanha de coleta de assinaturas em apoio ao PLIP.

“Representantes do Sindicato estarão presentes no dia 22 de agosto para o lançamento oficial do PLIP. A partir daí, será dada a continuidade da divulgação por parte do ANDES-SN para que toda a sociedade civil organizada e em especial as Seções Sindicais promovam coletas de assinatura para encorpar o projeto. Não só as coletas de assinaturas são importantes, mas a divulgação do projeto para que toda a comunidade compreenda a importância do movimento de democratização da comunicação”, explica a 2ª vice-presidente da Regional Sul do ANDES-SN e integrante do Grupo de Trabalho Comunicação e Artes do Sindicato Nacional (GTCA), Cíntia Xavier. A diretora do ANDES-SN, que também representa a entidade junto ao FNDC, acrescenta ainda que “os grandes meios de comunicação têm o hábito de tratar tais projetos de lei como algo prejudicial à qualidade da informação e também ao próprio acesso à comunicação”. Para ela, é fundamental que o ANDES-SN e outros movimentos populares procurem difundir o que é o projeto e quais são as reais intenções de tal iniciativa.

Para a diretora do ANDES-SN, uma das formas de se conseguir a descriminalização dos movimentos sociais é a partir de uma mídia mais democrática, “menos servil aos interesses de segmentos muito específicos da sociedade”. “Somente com uma mídia democrática poderemos ter isonomia para o tratamento de diversas mazelas da sociedade que até hoje são tratadas de forma superficial ou não existem para a mídia organizada como está”, destaca. Para Cíntia, as greves e manifestações promovidas pelo ANDES-SN, assim como pela sociedade civil, são encaradas de forma preconceituosa pela mídia hegemônica.

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